sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O BRASIL SEM SAÚDE

É um absurdo conviver com tanto desprezo pela saúde. A imprensa dedica horas intermináveis de matérias abordando o precário sistema de saúde do nosso país. Ficamos indignados, com tanta miséria e carência da gente humilde que elege esse governo, e ainda vangloria o petismo. Acreditam eles, que as esmolas concedidas mensalmente, é o melhor que se faz, em termos de gestão, para pessoas que não possuem educação básica. E esses pobres, coitados, derramam seu sangue nas macas, ou melhor, nos corredores dos tenebrosos hospitais espalhados pelo país. A cada dia, estoura um escandalo em um ponto distante deste Brasil continental. É pura falta de vontade política. Quando se depara com uma crise destas que convivemos agora, aparece facilmente uma fortuna de bilhões de reais, para socorrer quem tem aonde correr, esconder e se safar sem sofrer. Bonito anunciar em rede nacional a recuperação de grandes empresas, que além de explorar toda uma população durante anos, agora lhe saqueam as difíceis reservas suadas, para ainda "conceder" elevados índices de demissões. Quanto precisamos adoecer, morrer e padecer, para causar o mesmo impacto e obter recursos para a saúde? Quanto precisamos investir para tornar o sistema de saúde um benefício gratuito a todos os cidadãos? É possível ter qualidade na medicina, sem sequer despender recursos imensos injetados no empresariado, que sabidamente estouram ou bolsos e as bolsas com o dinheiro público. Até quando? Levantem-se todos. Saiam das macas os que sobreviverem. Busquem uma alternativa para o governo e a política do Brasil. Precisamos já, de um sistema de saúde condizente com nossa realidade e merecimento da população. Abra o seu coração, para uma política saudável, com saúde suficiente para tratar a nossa saúde.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O MUNDO EM CONVERGÊNCIA ECONÔMICA

A crise que vem causando uma avalanche nos recursos financeiros do planeta, pode gerar novos conceitos e nova regulamentação dos processos econômicos. Países ricos, países em desenvolvimento e países pobres se encontram em dificuldades enormes, viabilizando condições que propiciem melhorias para o sistema e situação atual. Nesta busca, ainda sem destino, ações de melhoria são implementadas, algumas encontrando resultados positivos, outras não causam nenhum efeito. Partimos do marco zero, tentando alternativas que conduzam a um novo conhecimento, a uma nova dimensão de valores, a uma nova consciência na gestão dos recursos financeiros, humanos e materiais. Os abusos, a especulação e a ganância farão de todos, seres mais comedidos em suas articulações, visando um retorno próximo ao escambo, em função da necessidade das populações que hoje sentem no seu dia-a-dia a falta de bens fundamentais à condição humana. O mundo converge-se a uma economia única, disseminada nos próximos anos do século 21. Os preços tornam-se acessíveis a toda a humanidade, com reflexos positivos na sustentabilidade econômica, bem como, na essencialmente requisitada sustentabilidade ecológica. Como podemos compreender a arrogância do barril de petróleo atingindo US$ 150,00 (cento e cinqüenta dólares) e agora sendo negociado a US$ 40,00 (quarenta dólares)? Sabemos que a lei da oferta e da demanda impera, mas não é justa. Adquirimos uma sandália havaiana por R$ 12,00 (doze reais) no Brasil e duzentos euros na França. Que preços são esses? Os custos não refletem essa realidade. Como se pode alimentar nos países europeus? Uma pequena porção servida equivale a uma elevada quantia que se fartaria uma família inteira. Esse realinhamento de custos e preços farão com que uma nova estabilidade econômica seja construída, contemplando a realidade de um mundo melhor e menos carente.Torne-se um transformador e acredite em tempos melhores.